Onde reside o sentido de todas as coisas? Em cada olhar que lanço, crio uma nova fantasia de sentido.
Quero ver beleza, em cada fragmento de vida.
Mas, a beleza é fugidia. E eu sei que tenho que lidar com a efemeridade. Por que as borboletas passam tão rápido?
Por que o beijo de amor é tão bom na primeira vez? Mas, depois se torna rotina?
Só o amor salva, mas e aquele que é de perdição?
Assim, sobramos, minha menina felina e eu. Cada uma com seu olhar perdido, em direções opostas.
Criar, destruir, romper limites,retificar, desmitificar, mitificar. Liberte-se, sinta-se em liberdade. Dê de si a si e flutue.
Re-criaes
sexta-feira, 28 de março de 2014
Senso finito
Partir, ficar. Onde reside o meio-termo?
Me perco em insinuações mais baratas que o cigarro largado pelo meio, no cinzeiro, na ponta da mesa. Os pensamentos incessantes vagueiam. Passado, presente, futuro, em um único turbilhão. Medo. Apenas.
As penas de um amor que acabou.
E, se acabou, era porque não era doce. Amargo, tísico, enlutado.
Sempre em re-visita aos túmulos de flores murchas. E que falta faz.
Não há mais dúvidas, que após o fim, o que permanece é a triste constatação da dúvida.
Todo começo é bom.
Até o começo do fim emociona.
E quando as lágrimas salgam a boca é que já não há fim, nem começo, só tristeza.
Não descobri, ainda, o que fazer com a tristeza.
Congelá-la como legumes á espera da salada, que virá, um dia, não é pôr término. É procrastinar
Queimá-la, como a carta do primeiro namorado, que virou vilão da princesa... O intervalo entre brincar com fogo e sentir-se dolorida, com a pele em bolhas e inflamada.
Isso, seja, talvez, crescer.
Enfrentar o que é inevitável e mesmo, assim, manter-se flutuando entre o mágico e o maldito.
Não sei de que lado estou.
Bem provável é, que mesmo estando, em instância saudável, do meu lado, unicamente, não esteja de lado nenhum.
A busca reincidente do "quem sou", "o que faço"...
Se tudo vale a pena, se a alma não é pequena.. Pessoa, por favor, me dê a métrica mais aferida para poder medir o tamanho da alma.
A minha, ás vezes, se amiúda, de tal forma, que a respiração fica suspensa e por instantes, a morte invade mente e corpo, como a mais cruel e justa realidade.
Passou, e se não passou, há de passar, sempre passa e eu passeio por aí.
O café quente na xícara, a caneta perdida na mesa, rabiscos e nada sai. Café sem açúcar, caneta sem tinta, cabeça sem tino.
Vou ouvir uma música alegre, que não fale de amor, nem de dor, apenas um refrão solto para reparar o passado.
Me perco em insinuações mais baratas que o cigarro largado pelo meio, no cinzeiro, na ponta da mesa. Os pensamentos incessantes vagueiam. Passado, presente, futuro, em um único turbilhão. Medo. Apenas.
As penas de um amor que acabou.
E, se acabou, era porque não era doce. Amargo, tísico, enlutado.
Sempre em re-visita aos túmulos de flores murchas. E que falta faz.
Não há mais dúvidas, que após o fim, o que permanece é a triste constatação da dúvida.
Todo começo é bom.
Até o começo do fim emociona.
E quando as lágrimas salgam a boca é que já não há fim, nem começo, só tristeza.
Não descobri, ainda, o que fazer com a tristeza.
Congelá-la como legumes á espera da salada, que virá, um dia, não é pôr término. É procrastinar
Queimá-la, como a carta do primeiro namorado, que virou vilão da princesa... O intervalo entre brincar com fogo e sentir-se dolorida, com a pele em bolhas e inflamada.
Isso, seja, talvez, crescer.
Enfrentar o que é inevitável e mesmo, assim, manter-se flutuando entre o mágico e o maldito.
Não sei de que lado estou.
Bem provável é, que mesmo estando, em instância saudável, do meu lado, unicamente, não esteja de lado nenhum.
A busca reincidente do "quem sou", "o que faço"...
Se tudo vale a pena, se a alma não é pequena.. Pessoa, por favor, me dê a métrica mais aferida para poder medir o tamanho da alma.
A minha, ás vezes, se amiúda, de tal forma, que a respiração fica suspensa e por instantes, a morte invade mente e corpo, como a mais cruel e justa realidade.
Passou, e se não passou, há de passar, sempre passa e eu passeio por aí.
O café quente na xícara, a caneta perdida na mesa, rabiscos e nada sai. Café sem açúcar, caneta sem tinta, cabeça sem tino.
Vou ouvir uma música alegre, que não fale de amor, nem de dor, apenas um refrão solto para reparar o passado.
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